Saint Mystic 231 Postado Dezembro 8, 2024 Autor Compartilhar Postado Dezembro 8, 2024 Capitulo 164 – A nobreza do coracao de um guerreiro Muitos guerreiros lutavam pela guerra que acreditavam de acordo com as suas crencas, fossem motivos nobres, absurdos ou mesmo emocionais. Quando um guerreiro sobrevive e se encontrava inapto para entrar no campo novamente, as razoes negativas ou mesmo pessimistas o levavam a desistir e entravam em estado de depressao e imponencia. Para Egle, ele pensava diferente. Ha outros meios, ideas e ele nao baixava seus bracos. Hygeia, a curandeira e Egle, o recem reformado a forca, caminhavam juntos para o Templo do Carneiro Branco, Egle caminhava a frente e quando pisou o primeiro degrau. - Hygeia? Ele a chamou, enquanto ela olhou para o rosto dele e olhos. - Eu jamais esqueci quando “visitava” o seu quarto por causa das minhas constantes feridas das missoes. Aproximou dele e tocou no ombro dele e depois um pequeno gesto lhe fez nos cabelos dele. - Eu preocupava de uma maneira tao exagerada, autoritario e mesmo incompreensiva para qualquer um, quando soube que nao podia ser uma guerreira como desejava e lutar com as outras, entao eu... Ela parou de falar. - Descobriu a sua resposta naquele mundo. Como era? Egle entendeu e palavras nao eram mais necessarias. - Talvez o melhor seja termos esta conversa para outra ocasiao, esta escadaria e enorme. Hygeia subiu os degraus e agarrou o elmo da Armadura de Prata de Rosa. Egle entendeu as palavras dela, o momento nao era o mais desejada para uma conversa como esta. Apos, um longo periodo, os dois pisaram o ultimo degrau e o primeiro templo era aguardado pelo Abubakar, o Cavaleiro massai de Aries, aquele que sucedeu Prima. - Peco permissao ao Cavaleiro de Aries para entrar no seu templo! Falou em alto, Egle com os pulmoes cheios de ar. O guardiao veio ao encontro dos dois com a sua Armadura vestida, o elmo de Aries estava a ser segurado pela mao direita proxima do quadril. - Hygeia e Egle, o que traz ao Templo de Aries? Perguntava o amavel Abubakar ao prestar respeito e uma meia venia a ambos. - Meu caro e nobre colega, Abubakar, eu vim da minha parte na companhia de Hygeia, a nossa curandeira para que possas fortalecer a Armadura de Prata de Rosa. – Respondeu Egle ao ir direito ao assunto. O massai nao esperava por este recado da parte dele. - Mas a Armadura de Rosa esta em perfeita condicoes e nao necessita de qualquer fortalecimento. Argumentou Abubakar ao olhar para cada peca da Armadura e como reluzia o brilho vivo. - Lorde Abubakar, o que Egle veio aqui foi para... - Eu entendi muito bem e nao vou conceder este pedido. Aries cortou a conversa e percebeu tudo pela vinda dos dois. - Es muito percipicaz, Abubakar. Mas eu insisto que o facas para o bem do exercito de Mater Atena. - Egle, tu fostes ferido severamente contra um dos Eforos, Anteros e estiveste um passo de entrares no reino dos mortos. Seres destituido do teu titulo foi o melhor que podia acontecer te, eu sei que nao es um mortal comum, mas um ser meio homem e meio planta. – Argumentou Aries e ele estava ciente e muito firme na sua decisao. Egle encurtou a distancia e ao gesticular os dedos fez com a vinha das plantas colocasse cada peca aos pes do Cavaleiro de Aries. - Qual foi a razao que tornaste um Cavaleiro de Ouro, Abubakar? – Perguntou Egle ao apontar o dedo indicador no elmo. - Para proteger os fracos, inocentes e auxiliar a Partenon Atena nas suas nobres causas. – Respondeu ele prontamente. - E achas que esta resposta condiz e corresponde ao que acabaste de dizer? - Sim, condiz perfeitamente. – Insistiu ele. Egle olhava para a montanha e para todos os templos, cada um e depois o de Grande Mestre e a deusa que ele jurou perante ela. - Abubakar, es o primeiro escudo e tambem representas a moral, eu era o ultimo escudo e a defesa do Santuario, nao es somente um guerreiro, mas um reparador de Armaduras, algo unico que temos no Santuario, se estivesses incapacitado como combatente, podes ser util desta maneira e contribuir, enquanto eu... - Egle... Ele colocou a mao esquerda no ombro dele. - Nao te vou deixar sacrificar como um cordeiro, as tuas accoes podem ser fatais. O Cavaleiro de Aries teimosamente continuava na defensiva, Egle reagiu ao tocar no ombro direito dele. - Eu vou fazer com que mudas a tua opiniao, eu nao... Do pulso de Egle, jorrava uma grande quantidade de sangue verde e viscoso que molhava a Armadura de Prata, Hygeia o fez com um corte limpo e colocou o elmo da Rosa juntos das outras pecas. - Hygeia... Egle perdia a consciencia mais rapido que um mortal comum, enquanto isso ela o curou num apice o corte. - O que fizeste, Hygeia? Ele pode morrer e... - Nenhum de vos cedia e tive de tomar esta decisao, o Lorde Abubakar e Egle estao apenas corretos nas vossas perspectivas, mas agora tens de fortalecer esta Armadura, nao deixes que o seu sangue seja perdido em vao. – Explicou ela ao justificar seu ato. Enquanto, ele fazia o seu oficio de contra vontade, ele martelava com precisao. Era a primeira vez que usava uma substancia completamente distinta do liquido vermelho, o sangue. “Abubakar, eu compreendo o porque da tua atitude.” Uma voz falava dentro da mente dele e era a sua divindade mentora, Enkai. “Desculpa, mas eu estou ocupado.” Respondeu o masai, mas a mascara que ele sempre carregava estava pendurava na parede do templo, a mascara moveu sozinha e veio para junto dele. “Os eventos no Continente de Mu moldaram o teu comportamento.” Falou o observante Enkai ao olhar para o trabalho arduo dele. “Sera que a unica coisa que posso fazer a diferenca e reparar uma Armadura...?” Ele parou e agarrava o esculpo e o martelo com todas as suas forcas que tremia do seu nervosismo. “Sabes que isso nao e verdade, eu assistia a vossa conversa entre Egle e tu. Ele tomou uma atitude bastante corajosa e sabia muito bem destes riscos, tu nao o respeitas, Abubakar.” “Eu sei, mas ele fez o suficiente. A moral esta muito em baixo e outros Cavaleiros comecaram a perder a fe em nos.” “A fe so se perde quando estas morto, Abubakar.” A mascara caiu no chao e o barulho ecoou por todo o templo, o cosmo do deus masai foi se embora. Apos uma hora de fortalecimento da Armadura, Abubakar completou o procedimento, enquanto Hygeia olhava para Egle que descansa com um ar satisfeito. Citar Link para o post Compartilhar em outros sites
Saint Mystic 231 Postado Dezembro 25, 2024 Autor Compartilhar Postado Dezembro 25, 2024 (editado) Capitulo 165 – A fe de um homem Wurdi sonhava com o dia em que vestia uma Armadura, iria ao Santuario da deusa Pallas, combatia nas guerras dela, vencia os inimigos dela, salvava os inocentes. Tudo o que ele desejava em seus sonhos, mas sonhos nao eram realidade, a realidade em que estava e tudo o que enfrentou era o pesadelo em que nao acordava, o pesadelo de nao ser forte e desistir do sonho que o motivava. Agora, ele estava deitado e sem a Armadura, acordou e notou que estava sem o manto de prata, ele pensou e teve um mau presentimento. (-Sera que ele esta com o Lorde Abubakar?”) Ele correu depressa e subiu as escadas de acesso ao primeiro templo do Zodiaco, quando ele chegou, viu o desmaio de Egle na companhia de Hygeia, as pernas dela serviram de apoio como uma almofada. (-Mestre Egle?!) - O que ele disse, Lorde Abubakar? – Perguntou a curandeira ao ouvir o nome dele. (-Descansa, Wurdi. Egle esta apenas a descansar, ele vai necessitar de bastante repouso.) – Explicou Aries na linguagem dele. (-Lorde Abubakar, o que faz com a Armadura de Rosa?) – Questionou Wurdi ao ver um novo brilho que notou. (-Eleva o teu cosmo e clama pela tua Armadura, Wurdi.) O muviano obedeceu ao confiar nas palavras dele, cada peca da Armadura cobriu parte do corpo dele, Wurdi sentiu uma nova forca, uma vontade que o motivava a ser mais forte, o brilho de prata que misturava com tons de verde. (-O Mestre Egle derramou o seu precioso sangue para a minha Armadura?) Aries acenou com a cabeca. - Lorde Abubakar, pode dizer ao nosso camarada que seja forte e que ouca todos os conselhos de Egle? Pedia Hygeia, entao Abubakar o traduzia e Wurdi entendeu ao apertar o seu punho. - Por favor, traga Egle para dentro do meu templo, os dois tambem podem entrar, enquanto esperamos que ele acorda. O guerreiro da primeira casa pediu para Hygeia e depois repetiu as palavras em naacal. (-Wurdi, enquanto ele esta a descansar, podes perguntar e irei ajudar sobre o exercito da deusa.) Ele agradeceu e esperou pela oportunidade. Mais afastado dos templos do Zodiaco, o antigo Agoge de Gauntlet, Axel, encostava as suas costas num dos pilares, ao olhar incredulo para o seu braco, ele podia jurar que sentiu a sua carne, ossos e sangue a serem transformados em pedra por um escudo e depois voltou ao normal. - O que era aquilo? Aquele arrogante Cavaleiro tem um poder terrivel, se aquele escudo caisse nas maos do exercito daquele deus sangrento podia... O monologo dele foi interrompido na chegada de um Cavaleiro de Bronze. - Um novo Cavaleiro de Prata? – Interrogou o Cavaleiro. - Esta Armadura com menor protecao se parece um pouco com que a uso. – Observava Axel. O Cavaleiro de Bronze ajoelhou e prestou respeito uma vez que este Cavaleiro era seu superior hierarquico. - Cavaleiro de Bronze, da constelacao de Leo Minor. – Apresentou-se. - Leo Minor? – Pensou ao repetir o nome da constelacao. – Nao tens nome tambem, Axel de... creio que o manto que se chama Leo Paladinus. O Cavaleiro estava confuso e ele nao mostrava qualquer obediencia pelas normas do Santuario ou ele nao queria saber. - O meu nome e Adelfos, posso perguntar de onde veio, Axel de Leo Paladinus? - Eu era um dos vossos inimigos, usava a Oplo de Gauntlet e pertencia ao Pelotao Lonchi, este manto de prata escolheu quando revoltei contra os meus ditos camaradas. Ele explicou tudo indo direto ao assunto, em reacao, o Cavaleiro de Bronze recuou uns passos por precaucao, ele sabia disso e nem fazia questao de argumentar. Sem Axel ter percebido, dois leoes de altas aproximaram dele e lamberam as maos dele, ele se assustou e distanciou dos felinos em posicao de ataque. - O que fazem estes animais aqui no Santuario da Xenia Atena? Enquanto perguntou, Adelfos acariciou a testa deles. - Na verdade, os dois sao os leais subitos do Cavaleiro de Leo, Lorde Abbas. – Explicou Adelfos estando confortavel ao lado dos felinos. - Outro Leo? Quantos Leos tem o exercito de Xenia Atena? - Eu tambem estou surpreso, nao pensei que houvesse um terceiro Leo, a tua linguagem em heleno nao e tao boa quanto a mim, no entanto, em comparacao com que tento ensinar ao Lorde Abbas, a tua parece estar ao nivel de um filosofo. – Respondeu Adelfos ao elogiar a pronuncia dele. - Leo Minor!!! A voz vinha do Cavaleiro de Leo, Abbas, trajando com a sua Armadura de Leo ao caminhar de quatro patas como um leao. - O Lorde Abbas saiu do seu templo outra vez! O Cavaleiro de Bronze colocava a mao na sua cabeca por temer outro sermao do Grande Mestre por causa da natureza irrequieta e imprevisivel de Abbas. - Taaj de Leo? O Cavaleiro de Leo o cheirou por detras. - Este homem e um Cavaleiro de Ouro como os outros? Axel estava supreendido e bastante incomodado com o comportamento dele que parecia como um animal. - A Armadura de Ouro nao mente, quanto a este homem nao tem um dos melhores comportamento de uma pessoa civilizada. Abbas colocou em pe e era maior do que Axel ele olhava com um ar majestoso e parecia que penetrava dentro da alma do Cavaleiro de Prata, ele preparava para lutar caso fosse necessario. - Taaj de Leo... Ele pronunciou e agarrou Axel que na verdade era para abraca-lo e o balancava. - O que se passa, Adelfos?! - O Lorde Abbas chama as Armaduras de Taaj e para ele acha que es um dos leoes, ele pretende fazer de ti, um subito, caiste na simpatia dele. - Um subito, ele se acha um rei por acaso? - Fico um pouco aliviado que serei o unico a sofrer, Lorde Abbas!! O Cavaleiro de Leo Minor levantou um pouco o tom de voz. - Ele. – Apontou Adelfos para o novo Cavaleiro de Prata. – Axel. Cavaleiro de Leo Paladinus. Explicava o Bronze com frases muito curtas. - Taaj de Leo Paladinus? Axel!! O Cavaleiro de Leo abracava mais forte. - Vai devagar! – Reclamava Axel. – Diz a ele para parar. - A sua alegria nao tem limites e nao faco ideia quando ele podera parar. Desculpou Adelfos, mas no fundo, ele parecia que estava a tirar aproveito da situacao. Editado Dezembro 25, 2024 por Saint Mystic Citar Link para o post Compartilhar em outros sites
Hiyuuga 287 Postado Janeiro 10 Compartilhar Postado Janeiro 10 Faz tempo que não leio nada e percebi que sua escrita melhorou muito. Está mais simples, mas nem por isso menos interessante. O tom "Episodio G" foi atenuado e a descrição está mais fluida, o que é um excelente ponto. Também percebi que está colocando um pouco mais de "política de estamento" entre os Cavaleiros em seus diálogos. Muito bom. Parabéns. Vou tentar me colocar à par da história com o decorrer do tempo! Citar Link para o post Compartilhar em outros sites
Saint Mystic 231 Postado Janeiro 23 Autor Compartilhar Postado Janeiro 23 Em 10/01/2025 em 18:47, Hiyuuga disse: Faz tempo que não leio nada e percebi que sua escrita melhorou muito. Está mais simples, mas nem por isso menos interessante. O tom "Episodio G" foi atenuado e a descrição está mais fluida, o que é um excelente ponto. Também percebi que está colocando um pouco mais de "política de estamento" entre os Cavaleiros em seus diálogos. Muito bom. Parabéns. Vou tentar me colocar à par da história com o decorrer do tempo! Eis que vejo aqui, o meu amigo e grande mentor de fanfic que honrou com a sua presenca aqui e seu comentario observador e pratico. Esperarei por isso, meu caro. Seja bem vindo. Citar Link para o post Compartilhar em outros sites
Saint Mystic 231 Postado Janeiro 23 Autor Compartilhar Postado Janeiro 23 Capitulo 166 – Oportunidades em tempos dificeis Desde a guerra contra Ares, o irmao paterno de Atena, comecou, o balanco estava em favor da deusa, porem as mares mudaram e a situacao piorava ainda, o exercito dela perdia a moralidade, a sua elite, os Cavaleiros de Ouro, os mais poderosos estavam a ficar reduzidos. O Grande Mestre, Eklegetai, preparava para dia este para enfrentar tres guerreiros que foram escolhidos para aumentar o poder, as suas vestes cerimonias foram trocadas por uma roupa de treino. - Nao serei clemente, estou certo que eles me enfrentaram como um inimigo. Ele falava para si na expectativa que sejam sucedidos. - Vai testemunhar o teste deles, Promarkos Atena? – Perguntou ele ao sentiu o cosmo dela. A deusa aproximou dele e usava a espada como um suporte que estava guardada na bainha, isso chamou a atencao dele, pois e a primeira vez que vi-a usar uma arma, um objecto que ela tanto repudia e se lembrou quando o Cavaleiro de Libra, Amarantos, se apresentou. - Esta espada? Os seus olhos nao se perdia em emocoes, ele mantia-se racional e calmo. - Eu creio que penses que isso faz de mim, uma deusa hipocrita? - Eu penso mais numa razao mais difcil do que simplesmente julgar com base no que vejo. Julguei que fosse mais a favor de uma lanca do que uma espada. Atena podia estar descansada, Eklegetai era o unico em todo o Santuario que a conhece. - Eu me sentarei aqui na espera das boas novas. Ela caminhou para o trono do Grande Mestre e se sentou. - Depois disso, eu gostaria de discutar, um assunto serio: o uso de armas e... - Vai agora. – Ela o interrompeu ao exibir a autoridade como deusa estando calma. O Grande Mestre fechou as portas do seu salao, fora do seu templo, no degrau da escada que dava acesso ao ultimo templo do Zodiaco, ele olhava para o Coliseu. - Aquela estrutura consagrou muitos Cavaleiros e tambem as Amazonas. Que hoje traga a nomeacao como sempre fez. Dentro do Salao do seu representante, ela olhava mais uma vez para o gume da espada e seu reflexo mostrava o quanto ela se debatia, como ela sendo uma deusa, podia estar mantia uma atitude tao teimosa, ela nao podia estar errada. Sera que podia? O edificio estava vazio, nao tinha qualquer espectadores, todos os Soldados foram mortos durante a invasao de Ares, os Cavaleiros de Bronze faziam as funcoes de guardas, patrulhas e vigilantes, enquanto alguns Cavaleiros de Prata se disponibilizaram. - Onde esta o Grande Mestre? Perguntava Epona, a Amazona de Bronze de Equuleus que estava sentada num dos degraus do Coliseu. - Esta nervosa, pequena midguardiana? Interrogou Galadriel que se aproximou dela, enquanto o terceiro estava observando a entrada na espera do representante da deusa. - Nao estou, eu poderia era estar a vigiar e cuidar de Egle. Mas eu recebi uma carta de convocao para estar presente aqui, foi neste lugar que recebi a Armadura de Bronze de Equuleus. – Explicou a celta. - Sabes quem ele e? Ele tem uma cosmo muito semelhante aos Jotunn. – Observou ela. - Jotunn? A moca nao e a filha da curandeira, Hygeia? – Questionou ela. Ela estava sentada ao pe dela, levantou-se. - Sim, eu sou, meu nome e Galadriel. Jotunn, sao uma especie de gigantes de gelo, eu e a minha mae lutamos contra eles no Ragnarok. Ele tem um... O quarto cosmo apareceu e engoliu os outros tres em quantidade de poder cosmico, qualidade em experiencia e uma intencao de aniquilar os tres. - Eu tinha a certeza que o cosmo do Grande Mestre era poderoso, talvez podia estar ao nivel de Anteros... O terceiro presente era Skalos, o Cavaleiro de Prata da Corona Borealis, ele mantinha a sua postura, porem uma gota de suor escorrigia do rosto, nao caiu, pois ele congelou. - Os tres que se apresentam diante de mim. – Ordenou Eklegetai. As duas guerreiras juntaram ao Skalos e assim os tres ajoelharam. - Sabem porque estao aqui? Perguntou aos tres. - O Coliseu nao e um lugar de consagracao para os aspirantes e candidatos a Armadura? Grande Mestre, eu e o Cavaleiro de Prata ja temos uma Armadura, sera que vamos lutar contra a filha da curandeira? – Respondeu Epona com perguntas. - Olha para o Grande Mestre, Amazona de Equuleus, ele estava usando roupas de treino. O que significa que ele veio aqui para que nos, os tres lutarmos contra o Grande Mestre. - Perspicaz, Cavaleiro de Corona Borealis, vos, os tres foram escolhidos para este teste para integrarem a ordem dos Cavaleiros de Ouro, ha cinco Armaduras de Ouro que estao vagas e para que possam vestir este glorioso manto cobicado. O cosmo de Eklegetai aumentava ferozmente, toda a arena do Coliseu era acoitada com uma tempestade de gelo, as saidas estavam congeladas, assim como o ceu sobre as cabecas deles, congelada pelo Zero Absoluto. Skalos era o unico que permaneceu no lugar, enquanto Galadriel e Epona foram levadas pelo vento furioso do cosmo dele. - Com esta oportunidade, Egle, nao precisara mais de ser um Cavaleiro de Ouro e eu o poderei cuidar dele e dar uma vida mais tranquila a ele. Epona se motivava e ela elevava seu cosmo ao maximo, dentro dos Cavaleiro de Bronze, ela sempre escondeu a sua verdadeira forca. Enquanto, Galadriel sentiu que estava familizada com este ambiente tao frio, a sua veste, que era a Runa dos Elfos da Luz, ajudava a manter a temperatura do corpo. - O seu poder nao se compara aos Jotunns, ele esta muito acima. Aquele manto igual ao sol do mundo onde nasci, eu quero conquistar um. Sobre a sua cabeca, Galadriel usou da magia da luz dos elfos e assim criou um som com doze espadas, enquanto preparava seu arco e flecha. Skalos era o que estava mais proximo do Grande Mestre, o seu corpo estava parcialmente congelado. “O Grande Mestre nao esta usando uma Armadura sequer, mas o seu corpo esta vulneravel a qualquer ataque. Mas ele nao iria aqui com um plano tao suicida e alem disso, ele e um guerreiro de gelo como eu.” O Cavaleiro de Corona Borealis analisava e tambem tentava prever as proximas accoes, ele elevava o cosmo em resposta ao desafio e disparou um Diamond Dust a queima roupa, o Grande Mestre recebeu o impacto da tecnica, se distanciou com um salto para tras para os degraus. - Aquele midgardiano que vos chamam de Grande Mestre nao deve ser levado por uma mera aparencia, estou certo disso, Cavaleiro de Prata? - E mais do que isso, Amazona de Equeleus. Teremos de nos unir se queremos adquirir o direito de usar um manto de ouro. - Eu concordo, nao acham estranho que ele nao esteja usando uma Armadura sequer. Ouvindo de longe, o Grande Mestre usou o seu poder cosmico para criar uma replica da Armadura de Ouro de Aquarius e ainda usando uma lanca e escudo no estilo grego. - Desde o inicio, eu nunca pretendia facilitar esta prova, sejam os vencedores ou saiam daqui como cadaveres. Os tres elevaram o cosmo, o primeiro a atacar foi Skalos que criou uma outra tempestade para anular a visao dele, enquanto Galadriel tomou a vanguarda e disparou suas flechas pelas costas. Citar Link para o post Compartilhar em outros sites
Saint Mystic 231 Postado Fevereiro 15 Autor Compartilhar Postado Fevereiro 15 Capitulo 167 – A trindade vs um anciao Coliseu, a estrutura que foi criada precisamente para testemunhar o nascimento dos Santos da deusa, Atena, neste tempo conhecido pela Era Mitologica. Neste momento mais preciso e presente tempo, uma celta da deusa Epona, um segundo discipulo de Despina e a terceira era a filha da Santa de Crater, Galadriel. Estes tres que enfrentavam o unico sobrevivente da Primeira Guerra Sagrada contra Poseidon, Eklegetai. O escudo de gelo colidiu contra as flechas de luz da meio elfa, enquanto Skalos surgiu atras do anciao, porem foi pontapeado com a perna esquerda por detras, depois a celta surgiu no ar com as maos entrelacadas ao formar um pesado martelo, facil foi para o Grande Mestre esquivar, o impacto no solo fez com que abrisse uma grande cratera. A progressao da luta tornava as coisas ainda mais dificeis, a Armadura de Bronze se congelava a uma temperatura de -150 graus Celsius, devido a isso, Epona era a primeira a sucumbir por causa da resistencia do seu manto. - Que raiva... Ela mal conseguia respirar no meio deste ambiente tao inospito que fora criado por maos humano por meio de um cosmo, porem uma aura de luz cobria como uma manta. - Louvo a tua resistencia, midgardiana. A meio elfa elogiava, a tecnica que aplicava em cima da cabeca dela era a Adurna Heill Garjzla (Agua Curadora da Luz). - Obrigada, menina das orelhas pontiagudas, o nome e Phillipa, nao precisas de chamar pela aquela palavra dificil. Ela sorria e a sua moral voltava, tanto que ela elevou o seu cosmo ao nivel de um Cavaleiro de Ouro, o seu verdadeiro potencial que tanto escondia, por detras dela surgiu uma silhueta da sua senhoria, Epona, que ela tanto idolatrava, levantou os bracos para cima, e quando abaixou a mao direita, parecia que estava a segurar uma redea, enquanto que a outra baixou para o mesmo nivel e apontou para o seu alvo, Eklegetai que enfrentava Skalos. - Epona Regina (Imperio de Epona) A celta sorriu e assim uma manada de cavalos cosmicos corria furiosos para Eklegetai, Skalos saltou para o lado, o anciao usava seu escudo para parar o ataque, a sua resistencia era incomparavel com a potencia do ataque de Philippa, o ataque parecia ineficaz, ate que um som de rachadura se ouvia. - Estou quase... - Para Equuleus! Avisava Skalos, porem foi tarde demais e as pernas estavam congeladas, a celta nao se apercebeu que Eklegetai usou seu escudo como isca e ela estava presa no solo, ele surgiu na frente dela. - Nao vais sobreviver. Eklegetai agarrou o pescoco e uma aura gelida formava uma camada. - Naaaaaaaaaaoooooooooooo!!! O cosmo dela explodiu para expulsar Eklegetai, porem este esforco fez com que ela perdesse os sentidos, porem Skalos a amparou a queda dela. - O anciao midgardiano pretendia mata-la? Perguntava Galadriel para o Santo de Prata, Skalos estava magoado por conta dos danos que recebeu de Eklegetai. - Midgardiano de gelo, ela nao pode permanecer neste ambiente, vai morrer de frio. – Prounciava a meia-elfa de preocupacao. - Galadriel, a Equuleus e uma celta, nao a sobrestimas a sua forca, eu testemunhei um milagre quando vi o Lord Vougan contra Anteros, um dos Eforos, mesmo que sejas um ser de outra raca, tem um lado igual a mim, um mortal. Skalos nao era apegado a sentimentos ou emocoes, porem ele confrontava de dentro de si e percebeu que a sua forca cosmica nao era o suficiente e por fim, ele entendeu porque nao recebeu a Armadura de Ouro de Aquarius desde que chegou ao Santuario, a temperatura aproximava dos -200 graus celsius, o cosmo do Grande Mestre crescia e quando mais aumentava. - O vosso tempo escasseia, a vossa tarefa e simples, vencam me ou morram congelados. Eklegetai atirou sua lanca, levantou os bracos e juntos os dedos, aquela postura que ele fez desencadeou uma reacao em Skalos. - Ele vai usar o Zero Absoluto. Dizia Skalos bem calmo, mas estava ciente. - O que isso, midgardiano? - Aprendemos este metodo com a Potnia Despina em que usamos o frio ao vosso redor para restringir movimentos, desde o inicio, o Grande Mestre pretendia usar isso e se nao fizessemos nada, iremos tornar em eternas estatuas de gelo. A Armadura de Prata estava a congelar a uma velocidade vertiginosa enquanto Skalos explicava, porem com o contato do cosmo de luz de Galadriel, ela apenas atrasava o processo. - Entendi, entao nos teremos de dar o nosso melhor e apostar as nossas vidas com todo o esplendor da nossa forca. Sverdar Bjart Solus (Espadas Brilhantes do Sol) Doze espadas ao redor da replica do sol dela se juntaram e formaram uma espada potencializada em uma forca de duzia, puxou o cabo da espada e usava como uma flecha. - O que vais, midgardiano? Perguntou ela, ele posicionou ao lado dela e executava a mesma tecnica que Eklegetai. - Criar um milagre. O frio ao redor tambem se juntava nas maos entrelacadas, Galadriel e Skalos esperavam com paciencia para o momento. - Triunfam guerreiros! Aurora Execution (Execucao Aurora) Eklegetai abaixou os bracos e apontou para os dois com um raio de gelo pontecializado com o setimo sentido. A meia-elfa e o Santo de Prata disparam as suas tecnicas e ambas fundiram ao sincronizaram com o cosmo de ambos, os dois cosmos contra um, a forca cosmica de Ekgeletai empurrava com mais agressividade. - Temos de conseguir ou iremos... O manto de luz que rodiava Galadriel e Skalos perdia o seu efeito e a uma velocidade assustador, a Runa e a Armadura se congelavam, Phillipa acordou e vendo o que se passavam se juntou ao duo. - Equuleus, a tua Armadura se vai desfazer... Ela o ignorou e deu o seu cosmo ao unir com a sua tecnica: a Flos Iuventutis (Guerra Lusitana), varias silhuetas de guerreiros e guerreiros se juntaram e desta vez parecia que a forca se equilibrava. - Vamos vencer juntos! Dizia a alegre celta e elevava o seu cosmo ainda mais ao gritar com seus pulmoes cheios de ar, Eklegetai entendeu que eles provaram o seu valor e entao ele cancelou a sua tecnica, porem teve de esquivar da deles e um grande se fez nas paredes do coliseu, a temperatura voltava ao normal e tudo o gelo derretia. - Se aprontam daqui a duas horas no meu Salao e em frente da Promarkos Atena. Os tres se juntaram e estavam feridos e sentiram uma hipoternia, na excepcao de Skalos que estava habituado a este tipo de temperatura. - Nao e justo, o gelo e a tua especialidade... Queixava a celta. - Nao tenho muito cosmo sobrando. Apos esta frase, Hygeia passou no coliseu e tomou conta da atmosfera que curou as feridas, cancasso e ainda deu um pouco de cosmo para os tres. - Mae? A meia-elfa sorria. - Galadriel e os mais os dois vao, a vossa audicao vos espera e nao se atrasam. Citar Link para o post Compartilhar em outros sites
Saint Mystic 231 Postado Março 13 Autor Compartilhar Postado Março 13 Capitulo 168 – O motivo O Grande Mestre, Eklegetai, nao mostrava sorrisos ou expressoes faciais de emocoes, pois ele as perdeu durante o seu treino mortal contra a filha esquecida de Poseidon e Demeter, Despoina, um nome que ela escolheu para si propria. Dentro da sua mente, ele sabia que cumpriu as suas obrigacoes como Grande Mestre, sua satisfacao pessoal era irrelevante, embora ele fosse um ser humano igual aos outros, as suas funcoes e como representante da deusa Atena o distinguiam dos meros humanos e entre os Santos do exercito dela, uma posicao que exigia uma calma medonha, uma racionalidade sobrehumana e acima de tudo, a crenca que devia ser inabalavel. Ele subiu a montanha para estar na companhia da divindade, porem a meio do trajecto ele olhou para tras e viu o coliseu do topo. “Quantos Santos consagraram desde que o Santuario da Promarkos Athena foi erigido e quantos ainda serao consagrados?” Eklegetai teve um raro momento de emocao e reflexao, ele permanece o tempo todo na calma, ele pensou como ele poderia se deixar levar, entao subiu as escadarias que daria acesso ao Templo da Libra, na entrada estava Amarantos de Libra. O muviano se joelhou em sinal de respeito. (-Grande Mestre, eu posso falar?) (-Seja breve, Amarantos, Cavaleiro de Libra.) A voz de Eklegetai nao mudava o tom para qualquer Cavaleiro, embora ele admirava e respeitava os muvianos em distincao pela amizade com Prima de Aries, mas ao vestir o manto, o assunto era diferente. (-Porque a deusa Pallas repudia as armas?) O anciao tinha o presentimento que o assunto era respeito a isso, mas em vez disso, um longo silencio foi respondido em vez das palavras que Amarantos ansiava, em consequencia, a reacao do Cavaleiro de Libra foi levantar da posicao e se virar para as costas dele. (-Eu nao me juntei para o seu exercito para ser tratado assim.) (-Porque quis ser um Santo de Promarkos Athena, Amarantos? Seja claro com a sua resposta.) Eklegetai nao se virou, ainda estava de costas voltadas, o Santo cerrou os punhos em determinacao da resposta que ia dar. (-Proteger os inocentes e fracos, eu acredito que este manto me escolheu para uma razao.) (-Esta razao e tao infantil e imatura, eras mesmo um Pugnator na terra de Mu?) No primeiro encontro com Amarantos e Wurdi, ele nao agiu assim, nao podia dar ao luxo de tratar um muviano de forma selectiva. (-Eu nao sou uma crianca, sou um gurreiro e estou...) (-Estas preparado para morrer em nome do teu povo ou em nome da deusa?) Eklegetai se virou e encarou nos olhos dele com frieza e sem qualquer sinal de emocao. (-Eu...) Em consequencia, os bracos cairam e assim a sua cabeca. (-Eu vi os meus irmaos, amigos e cidadaos e serem mortos como se nada fosse contra aquele manto escarlate vivo, mesmo sem este manto de ouro que uso, eu estava determinado a dar a minha vida, eu nao podia fazer nada e agora que tenho, eu posso fazer a diferenca e posso proteger.) O muviano colocou a mao direita em seu peito e sentiu os batimentos do seu coracao a acelerar. (-Porque questiona, Grande Mestre? Acha-me indigno deste cobicado manto?) (-O que aconteceu com o teu povo nao e muito diferente com os outros que eu vi quando era uma crianca, isso e uma guerra, o Miaiphonos Ares e uma deus da guerra e no pior sentido de toda a palavra em “guerra”, se deixares levar pelas mortes dos muvianos, so prova o meu ponto que a tua motivacao e de uma crianca e nao de um guerreiro.) As palavras duras dele mostram a cruel realidade que esta a acontecer, as mortes dos muvianos eram apenas casualidades, Amarantos derramou lagrimas num misto de raiva e tristeza. (-Se pretendias enfrentar aquele Agoge sem manto era apenas suicidio, agora que es um Santo da Promarkos Athena, sugiro que usas a tua cabeca e que endurecas o teu coracao, eu espero grandes feitos de ti e de qualquer Santo.) A conversa demorou mais do que ele esperava, entao Eklegetai continuou seu caminho ate ao teu templo de Atena. “Prima, de modo tao inesperado foste o improvavel pioneiro da construcao dos Mantos e tambem a inspiracao das proximas geracoes dos muvianos, temos tres no nosso exercito, uma delas e uma descendente da tua linhagem.” Mais uma vez, ele estava perdido nos pensamentos e quando deparou com as portas enormes do templo, ele “acordou” e abriu com a forca das palmas das maos, Atena ainda estava sentado no trono. - Como se sente? – Perguntou o anciao ao preocupar com o estado dela. - A minha forca esta normal e ao estar sentada nao preciso de preocupar, como foi o teste deles? Ela perguntava e ao lado do trono estava a espada, Eklegetai pediu para se tirar e levou a espada com ele, a deusa entendeu a atitude. - Esta noite, nos vamos conversar. O cosmo fluia pelo seu cosmo e nao mostrava qualquer sinal de fraqueza ou hesitacao, o Grande Mestre se preparava e vestia as vestes da cerimonia de nomeacao. Um pouco mais tarde, os tres estavam bem ataviados e joelhos em linha de cabeca baixa, da esquerda para a direita, estava Skalos, Galadriel e Philipa. - Aos presentes candidatos ao teste, a Promarkos Atena iras vos promover para que possam integrar nos postos adequados as vossas competencias que mostraram na prova de hoje, Cavaleiro de Corona Boreal, de um passo em frente. O Grande Mestre iniciou e assim ordenou, detras da cortina escarlate, uma caixa dourada abriu e de dentro, uma figura flutuou ao emitir uma luz ofuscante, Skalos protegeu seus olhos e quando recuperou a visao, ele estava trajando o Manto de Ouro. - De agora em diante, iras proteger o Templo da Urna Preciosa, Skalos de Aquarius. Ele aceitou a saiu da salao, em seguida, outra caixa se abriu e igualmente ofuscou os olhos da hibrida elfa. - O Templo do Touro Dourado te um novo guardia, Galadriel de Taurus, honra com os teus feitos. A sua Runa estava convertida numa especie de pedra preciosa, a deusa estendeu a mao com uma mascara dourada. - A mascara e um requisito imperativo como uma mulher que pertence e integra no meu arsenal, esta ciente desta responsabilidade, Galadriel de Taurus. - Estou sim, Xenia Athena, a minha mae explicou esta regra e gostaria de pedir algo. A deusa consentiu ao acenar com a cabeca. - Posso integrar a minha Runa com o Manto de Taurus como um adorno? O pedido foi concedido. - Vai ter com Abubakar de Aries, ele e o teu vizinho e mostra este pergaminho que escrevi com a minha assinatura e a deusa ira assinar tambem. Assim ela o fez, Philippa estava impaciente, mas ela sabia que toda esta espera iria valer a pena, apos a nova Santa sair do Salao, o Grande Mestre anuncia a proxima e ultima nomeacao. - Santa de Equuleus, iras ser promovida para... Ela fechou os olhos e quando abriu esta coberta pelo Manto de Prata. - Prata? Mas eu nao fui promovida ao Manto de Ouro? Ela estava confusa, o Manto que vestia era o de Centaurus. - Tens um poder muito maior do que qualquer Santo de Bronze ou Prata, porem nao cumpres os requisitos necessarios para adquirires um Manto de Ouro, em vez disso, fostes concedida a Santa de Centaurus. - Centaurus?! Quando ouviu o nome ela sentiu repudio por causa da antiga portadora, Nefele, que a tratou mal e entao ela retirou peca por peca, esta atitude revoltou a deusa. - O que estas a fazer? - O que lhe parece, a tirar esta porcaria de Manto! – Respondeu Philipa com odio. – Se eu nao posso ser uma Santa Dourada, eu serei outra vez a Philipa de Garrano, Equus. 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Saint Mystic 231 Postado Março 22 Autor Compartilhar Postado Março 22 Capitulo 169 – O resultado Philippa levava o nome de Epona, um novo emprestado em respeito a sua devocao para com a sua senhora divina, quando integrou o exercito da Atena, ela esperava estar perto de Egle, o seu amor por ele era forte demais, ela mantia a paciencia que um dia poderia usar o Manto de Ouro, a sua oportunidade surgiu quando foi selecionada como uma das candidatas, agora o seu desejo foi estralhacado por um Manto de Prata, o pior era pela sua antiga dona, a odiavel Nefele. - Esta atitude tua constituiu um acto de rebeldia e transgressao para com a deusa Atena. Proferiu Eklegetai como o representante dela. - Acto de rebeldia? Ela retirou a mascara e depois sorria pelo desprezo, em consequencia, a filha de Zeus entendeu a seguinte acao dela. - Nao ousas a... Tarde demais, a mascara caiu no chao e a celta lusitana socou e a desfragmentou em poeira cosmica. - Como posso ser uma rebelde se nunca a aceitei e reconheci como deusa? A minha deusa e Epona, e nao uma falsa deusa da guerra!! A celta cuspiu palavras de odio e frustracao, antes que outro movimento pudesse seguir, ela sentiu paralisada e com um frio como naquela arena, um anel feito de cosmo envolto a cintura dela que a impedia de se mexer, Grand Koltso. - A tua conduta nao sera mais tolerada, Philippa de Garrano, seguidora de Epona, sugiro que saias do Santuario com vida ou como um caixao de gelo para toda a eternidade. Aconselhou o Grande Mestre com o dedo indicador mirando a cara dela. - Eu serei clemente para com a tua conduta irascivel, o teu comportamento tao tipico de um keltoi, mas antes eu quero saber de uma coisa: porque integraste no meu exercito se estas sobre a fe de uma outra divindade? A celta rangia os seus dentes, seus punhos nao se fecham devido a restricao da tecnica, ela tentava elevar o seu cosmo. - Eu o fiz por causa... de Egle! O Santo de Pisces! Ela revelava um rosto que falava a verdade, enquanto seu cosmo se elevava violentamente. - Cessa este comportamento agressivo, quanto mais elevares o teu cosmo pior sera e a restricao sera mais dolorosa. Eklegetai avisava mais uma vez, porem a dor que ela sentia da Grand Koltso era irrelevante perante o que ela queria falar. - Nao ha mais um Santo de Pisces em actividade, ele foi... - Privado da sua missao como Santo em proteger os mais fracos, defender a sua “dita deusa”, mas sabes uma coisa? – Ela derramava lagrimas de raiva e havia dentro dela os sentimentos que alguem amava Egle. – Es uma hipocrita! Uma mortal de uma outra tribo, fora dos dominios dos deuses do Olimpo, a chamou de hipocrita, aquela palavra pesou muito nela e como resultou, uma explosao de um cosmo divino aconteceu, a tecnica se desfez, Eklegetai sofreu os efeitos, porem foram minimos pois ele projectou o Frozen Shield. Atena caminhou a passos pesados, Philippa cuspia sangue, porem ela tremia do choque, se levantou e olhou com desdem para a deusa, a mao direita de Atena agarrou o pescoco dela e a elevou do chao, a celta dava pontapes no ar, as maos arranhavam o braco da deusa. - Eu nao tolero qualquer ofensa, seja de quem for e o que fiz para com Egle, foi para o bem dele, como podes entender a dor dele ou mesmo que ele... - Quem nao entende es tu, SUA DEUSA HIPOCRITA!! Segunda vez, uma segunda vez foi chamada seguidamente. - Nao tens medo da morte?! O cosmo de Atena subia ainda mais, Philippa mostrava-se desafiante, uma imagem cosmica se formava detras dela ao revelar uma silhueta de Epona. “Deixa a minha protegida em paz, Atena.” As feridas de Philippa se recuperavam e o seu cosmo crescia, o Manto de Ouro de Pisces vinha em auxilio dela, os simbolos da deusa Epona atuavam como um meio de recepcao e em seguida, a Animalia que estava coberta de flora na Casa de Pisces “acordou” e com o seu brilho galopava pelos degraus da escada de acesso ao templo da deusa, as portas enormes foram derrubadas pelos pontapes do manto celtico, o cosmo em sincronia e a Animalia presente fez com que Philippa usasse pela primeira vez em anos desde que foi nomeada Santa de Equuleus, a mao da deusa largou e a celta estava protegida para se defender. - Eu nao sairei do Santuario sem Egle, mesmo que eu perca a minha vida, eu voltarei e farei um pacto com Ataegina, o deusa governante do Outro Reino! Ela estava seria e a sua energia cosmica estava mais poderosa, Ekgeletai achou para si que fora um erro deixar de lado, mas ele nao iria permitir que isso acontecesse, agora ele lutaria contra ela como um inimigo de Atena. Todo o Santuario sentia esta forca e muitos mal podiam acreditar que pertencia a Santa de Equuleus, Egle que estava longe e fora da montanha, ainda podia sentir cosmo, embora com o selo da sua deusa estava tatuado em cosmoglifo. - Nao facas nada que possam arrepender, Philippa! Egle corria para as escadas, porem o seu acesso fora impedido, pelo primeiro guardiao, Abubakar. Dentro do templo da deusa, Philippa estava determinada e furiosa, porem ela pensou primeiro e cessou o seu cosmo, a atitude dela fez com que a deusa a questionasse. - Eu tenho mais respeito pelo Egle do que alguma vez teria por ti. O Grande Mestre manteve em alerta e atento aos movimentos dela, enquanto a deusa estava de pe com os seus punhos fechados. - Saia do meu Santuario, keltoi. Enquanto a minha misericordia permanece, eu nao temo nenhuma divindade, ser ou mesmo monstro, eu sou, Atena, a deusa da guerra estrategia e... - Nao uma deusa confiavel e amada pelos seus. Philippa continuou com os seus argumentos, um silencio se fez por todo o templo. - Egle pode nao ser poderoso como a classe que ele pertence, mas ele possui uma nobreza e forca na sua personalidade, ele e um lider, ele sacrificaria em pro da felicidade para um bem maior, pois ele acredita na sua causa e em que tudo a “deusa Atena”, mas a minha desilusao como a vejo e incompativel com a forma como Egle a idolatra-a e amava como mae. Ela desabafou para com a deusa, ela finalmente virou as costas e com as portas abertas. - E ainda tao errada na tua visao de as suas Santas amarem? Alguma vez sentiste isso, Atena? Dito isso, as lagrimas cairam do rosto, o vento levou e uma gota acertou no rosto da deusa, parecia como uma bofetada que ela recebeu. “Porque aceitei mulheres no meu exercito?” Este pensamento invadiu e cada vez mais parecia uma epidemia, desde que ela sentiu a perda da forca e a sua ausencia da ambrosia, ela parecia estar a ser testada. O templo dos Peixes Gemeos tinha um lugar especial para com a celta, em breve nao passaria de memorias doces e calorosas, ao caminhar pela outra entrada, ela viu Egle cansado e afogado. - Philippa... Ele caiu nos degraus, o seu corpo estava ferido de ter forcado a entrada em alguns templos, a celta o puxou para dentro. - Egle... nao puderei mais te ver... mas fui feliz... As lagrimas dela molhavam o rosto e pela primeira vez, ela beijou os labios dele. - Quem gosta de uma flor arranca do solo. Quando se amava uma flor, se rega todos os dias. O meu amor regou, mas eu sei que colocarias a tua vida em risco, eu amo-te pelo que es. Philippa sai do Santuario e volta para o que estava destinar a ser: uma Equus de Epona e nao a esposa de Egle. Citar Link para o post Compartilhar em outros sites
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